quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Sabesp e o fator 2010

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É importante prestar atenção no que está acontecendo com a Sabesp.
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O presidente Gesner de Oliveira é uma espécie de operador do PSDB, incumbido de ações mais sofisticadas. Ele foi encarregado de articular, no CADE (Conselho Administrativo de Direito Econômico), a aprovação da fusão Brahma-Antárctica, um dos mais obscursos episódios da história do direito econômico brasileiro.
Aliás, quem puder trazer o parecer dele, como presidente do CADE, avalizando a fusão, ajudaria a entender um pouco a maneira como ocorreu o processo político de concentração empresarial no país.
Coube a ele investir em uma campanha publicitária nacional milionária, para uma empresa com atuação estadual. Houve uma piora em todos os indicadores de resultados da empresa, no último balanço. Além de contratos jurídicos e de prestação de serviço de valor elevado.
Agora, ele está ameaçado de prisão por falta de providências na melhoria do saneamento em Guarujá.
Pode ser uma sucessão infeliz de episódios, que não comprometa a empresa definitivamente. Pode ser uma processo de degradação mais grave.A Sabesp tem um corpo profissional de alto nível. Tomara que consigam resistir a esse processo.

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Fonte: Luis Nassif Online

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Opinião PIG 2010: "Trabalhei na Sabesp em 2001, me pareceu uma empresa bastante organizada, e que na época não sofria tanto com questões politicas. Seu quadro técnico na época já estava sofrendo graves transformações, transformações estas que todas empresas estaduais sofreram, onde houve grande quantidade de serviços terceirizados, demissão de funcionários que não conseguiram se reenquadrar nesse contexto. O que mais choca nesse universo de milhões gastos com a mídia, é que quando o quadro técnico dessas empresas reinvindica um aumento salarial digno, logo lhe é negado."

Operação-Serra e a demissão de Nassif

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É bom ficar esperto. Está em curso uma ardilosa orquestração na mídia de blindagem do tucano José Serra, governador de São Paulo e candidato do bloco neoliberal-conservador à sucessão do presidente Lula em 2010. A mais nova vítima da "operação-Serra" é o jornalista Luis Nassif, que teve seu contrato de trabalho suspenso na semana passada pela TV Cultura, emissora controlada pelo governo de São Paulo. Numa entrevista exclusiva à jornalista Priscila Lobregatte, do Portal Vermelho, Nassif não vacilou em fazer o alerta: "2010 já começou, este é o ponto".
Por Altamiro Borges
O abrupto rompimento do seu contrato não teve qualquer explicação. E nem podia. Afinal, por suas posições críticas e independentes, ele é um dos mais respeitados colunistas da mídia, já tendo recebido vários prêmios. No último prêmio Comunique-se, ele foi um dos três jornalistas da TV Cultura indicados para a categoria televisão. O motivo, então, não foi profissional. Nassif insinua que sua demissão se deve à proximidade da sucessão presidencial. "A maluquice das eleições de 2006 voltou antecipadamente", afirma, referindo-se à brutal manipulação no pleito passado.
Silenciando as opiniões críticas
Ele lembra que recentemente criticou a publicidade da Sabesp, empresa paulista de água. "Como pode uma empresa com atuação estadual patrocinar eventos de televisão no Brasil inteiro?". Este e outros comentários críticos, atestando que a campanha presidencial de Serra é ostensiva e usa recursos públicos, devem ter irritado o truculento governador. Para Nassif, há indícios de que a ordem para sua demissão veio de cima. "O Paulo Markun [presidente da Fundação Anchieta, a mantenedora da TV Cultura] não tomaria sozinho essa decisão... Se em dezembro ele acertava ampliar minha participação, é evidente que a mudança de orientação se deve a outros fatos".
A suspensão do contrato de Nassif é um fato grave. Mostra a total falta de independência de uma emissora que deveria ser pública e que hoje serve abertamente ao projeto presidencial de Serra. Mas não é um fato isolado. Além de manietar a TV Cultura, o governador tucano conta hoje com o apoio ostensivo da maioria das emissoras privadas e dos jornalões e revistas do país, fechando o cerco midiático para sua campanha. Está em curso uma operação de limpeza nas redações para aplainar a sua decolagem eleitoral, evitando críticas a sua administração e bajulando o tucano.
Demissão na CBN e clima de medo
Em outubro passado, a Rede Globo demitiu o jornalista Sidney Rezende da rádio CBN. Segundo Rodrigo Viana, que deixou a emissora por discordar das suas manipulações na sucessão de 2006, "Sidney era tido por colegas e ouvintes como jornalista que exercia a sua independência... Na sua demissão se percebem os preparativos para a cobertura das eleições de 2010. O ‘moto-serra' dos tucanos vai passar sobre várias cabeças do jornalismo global. Na CBN, conheço um outro âncora (não darei nome porque ele me pediu sigilo) que teve a sua cabeça pedida pelo governador".
Após estranhar outro facão recente, de Luiz Carlos Braga da sucursal de Brasília, Rodrigo afirma que o clima na Rede Globo "lembra muito a operação-2006. Há dois anos, às vésperas da eleição presidencial, ela se livrou do comentarista Franklin Martins porque este não fechava com a linha oficial de ‘sentar a pancada' em Lula e dar uma ‘mãozinha' aos tucanos. Depois, foram limados outros jornalistas que se indispuseram com a emissora na cobertura das eleições (entre eles, eu, Luiz Carlos Azenha, Carlos Dornelles e o editor de política Marco Aurélio Mello)".
A generosidade da mídia privada
Rodrigo Viana, que há muito tempo trabalha em veículos privados, garante que o presidenciável tucano conta com o total apoio dos barões da mídia. Ali Kamel, diretor-executivo de jornalismo da TV Globo – também apelidado por quem o conhece bem de Ratzinger ou "senhor das trevas" –, não permite que saia uma linha sobre o atual governador paulista sem o seu aval prévio. A mesma rigorosa orientação é imposta pela famíglia Frias, que mantém sólidas e sinistras relações com o tucano-mor desde os tempos em que este foi editorialista da Folha de S.Paulo.
Este conluio explica a generosidade da mídia hegemônica até nos casos mais chocantes – como na "guerra das polícias" no ano passado, quando ela simplesmente isentou o governador paulista de qualquer culpa, ou na desastrosa operação policial do seqüestro e morte de Eloá Pimentel, em Santo André. Ainda segundo Rodrigo Viana, que conhece os bastidores da mídia, "a ordem era proteger o governador. Conversei com três colegas que trabalham na TV Globo de São Paulo e que pedem anonimato. A orientação aos editores era botar no ar trechos imensos da entrevista chapa-branca com o Serra", na qual ele culpou as centrais sindicais pela greve na Polícia Civil.
Coberturas parciais e manipuladas
A "operação-Serra" também fica patente na forma como a mídia trata as obras do governo Lula, sempre tão vigilante, e na total omissão diante dos descalabros da administração paulista. Na semana passada, Folha e Estadão fizeram rasgados elogios às obras do Rodoanel, sem publicar uma crítica ao seu monumental atraso e altos custos. Já as TVs nada falaram sobre a interrupção da concessão das rodovias Ayrton Senna e Marechal Rondon devido às falcatruas nas licitações, ou da suspensão, pelo TCE, das obras na Marginal do Tietê porque o edital estava irregular.
Também é impressionante a bondade da mídia venal diante das graves denúncias do Ministério Público, que investiga quatro contratos no valor de R$ 1 bilhão da Siemens com o governo paulista para construção de três linhas do Metrô. Há suspeitas de superfaturamento e de que a multinacional alemã teria subornado políticos do PSDB. As apurações começaram no rastro de outro inquérito, o que investiga a multinacional francesa Alstom, que teria dado propina para obter contratos com estatais paulistas nos últimos 14 anos de reinado tucano em São Paulo.
Censura chega ao ciberespaço
Sem trabalho na TV Cultura, Luiz Nassif afirma que agora se dedicará ao seu blog, apostando na internet como arma de democratização da informação. Mas também neste campo a fúria de Serra já se faz sentir. Recentemente, a Justiça mandou tirar do ar o blog Flit paralisante, postado pelo delegado da polícia civil Roberto Conde Guerra. O delegado é famoso por suas críticas à política de segurança do tucanato, sendo fonte alternativa de jornalistas. Durante a greve da categoria, ele usou seu blog para convocar protestos e teve 130 mil acessos. Agora, foi censurado pelo "moto-serra". A mídia, que sempre ataca o "autoritarismo" do governo Lula, não alardeou esta censura.
A demissão de Nassif até agora não indignou os jornalistas – alguns que tiveram papel de relevo na luta contra a ditadura e que hoje parecem dóceis serviçais das empresas, preocupados apenas com suas carreiras. Também não houve reação das entidades da categoria – o que é lamentável. Paulo Henrique Amorin, outra vítima de perseguição dos "amigos de Serra" quando foi retirado do ar, sem aviso prévio, do Portal IG, protestou solitariamente. "A TV Cultura de Serrágio (vem do pedágio mais alto do Brasil) não agüentava a independência de Nassif", escreveu no seu blog.
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Fonte: Altamiro Borges - Vermelho
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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Serra cria a secretaria da humilhação para Alckmin

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A agência Reuters informou nesta tarde que, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) será o novo secretário estadual de Desenvolvimento. O anúncio foi feito pelo governador de São Paulo, José Serra (PSDB), nesta segunda-feira (19), no Palácio dos Bandeirantes. A pasta atualmente é ocupada pelo vice-governador, Alberto Goldman.Geraldo Alckmin, parece ter esquecido os últimos acontecimentos da eleição de novembro quando ele foi candidato à prefeito, e o governador tucano José Serra, manobrou para que setores do PSDB boicotassem a campanha de Alckmin para favorecer a candidatura de Gilberto Kassab. Os suscessivos golpes contra o candidato tucano dentro do próprio partido levaram Alckmin a travar uma batalha com o candidato do DEM. Kassab e o ex-governador trocaram ofensas e acusações, se atacaram mutuamente no horário eleitoral e protagonizaram bate-bocas nos debates na televisão.Diante do rolo compressor montado pelo governador José Serra contra a candidatura de Alckmin, o candidato tucano acabou perdendo eleitores para Kassab e ficou para trás no primeiro turno, no qual terminou em terceiro lugar, com cerca de 22% dos votos. A mídia, a serviço dos interesses políticos de Serra, classificou Alckmin como o grande derrotado das eleições e não faltaram analistas políticos afirmando que, ao enfrentar as pretensões políticas de Serra, Alckmin saiu da eleição menor do que entrou. Para alguns analistas, Alckmin foi "humilhado" pelo grupo de Serra.
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Fonte: Blog amigos do Presidente Lula
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Opinião PIG 2010: "Depois tem quem se levante para criticar o PT, esta novela dos tucanos brigando pelo poder é ridícula, em 2006 Geraldo Alckmin passou a perna em José Serra, e seguiu como candidato do PSDB a presidência, estragando o sonho antigo de Serra, mas a vingança para Serra é um prato que se come frio, o troco veio em 2008, quando Alckmin quis fazer uma queda de braços com o grupo de Serra, na disputa da Prefeitura de São Paulo, deu no que deu, e o mais hilário, é ver o quanto esses dois não tem escrúpulos, caráter e vergonha na cara, ficou ridículo para os dois, se eu fosse o Alckmin depois de 2008, mudaria de partido, seria o mínimo para sair com dignidade, mas sabe como é né 2010 está ai, e o Alckmin está doido para sentar na cadeira do Serra."

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Oportunismo político sobre tragédias

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Opinião PIG 2010: "Chega a dar raiva de ver o oportunismo do Governador do Estado de São Paulo Sr. José Serra, em dois episódios de tragédia na Cidade de São Paulo lá estava ele, de plantão, pronto para dar entrevista e se tornar especialista no assunto. Tanto na tragédia do voo da TAM quanto agora no caso do Templo da Igreja Renascer, Serra munido do seu braço direito e papagaio de pirata Kassab, esteve prontamente no local da tragédia para dar seus pitacos.
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Dois pesos duas medidas, no caso da tragédia da Linha Amarela do Metrô, Serra se cala, não presta esclarecimentos e acoberta os empreiteiros gananciosos. No caso de Congonhas, Serra parecia o salvador da pátria, anunciando obras, e dando palpites técnicos a respeito do sistema aéreo da Cidade de São Paulo. Ontem na Igreja da Renascer, ele entrou pessoalmente no local da tragédia, apesar das recomendações para que as pessoas ficassem em uma margem de segurança, no final, o momento mais esperado da tragédia, a hora da entrevista coletiva, neste momento ele teve que reconhecer, quase fui atingido por um sistema de ar condicionado.
Fazendo um comparativo com o futebol, me pareceu muito com o técnico Wanderley Luxemburgo, que quando o time vence, corre para frente dos microfones, quando o time perde, não quer nem dar entrevista. No caso do Serra ele age da mesma forma, em ritmo de campanha, qualquer minuto de holofotes é super importante".
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Globo ataca Lula e inventa desemprego em massa

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Serei curto e grosso. O programa Fantástico, da Rede Globo, veiculou, neste último domingo, pouco depois das 22 horas, um quadro sobre “como agir diante do desemprego”, no qual fez dois fortes ataques ao presidente Lula, ainda que dissimulados, e promoveu o maior alarmismo social que já assisti em minha vida numa televisão aberta, e num horário que permitiu àquele absurdo atingir dezenas de milhões de famílias brasileiras.
O quadro começa com a apresentadora do programa dizendo que, “O que era para ser marolinha, virou tsunami”. Em seguida, um “especialista” diz que, “ao contrário do que dizem as autoridades, a crise é nossa, também”, insinuando que haveria culpa do governo Lula pela crise. Além disso, a reportagem mostrou cenas tristes de pessoas demitidas, cenas que mesmo nos momentos de maior euforia econômica de um país, sempre serão tristes.
A reportagem apresentou uma redução na criação de vagas em novembro e o aumento de demissões em dezembro como provas da crise de desemprego em massa que teria se abatido sobre o país. Escondeu que o número de 40 mil vagas em novembro não foi perda, mas diminuição na CRIAÇÃO de vagas, e que as 600 mil vagas que mencionou em dezembro não são a diferença entre admissão e demissão de empregados, mas o número total dos que perderam emprego. O saldo de demissões e admissões seria uma fração desse número.
Bem, não há muito mais o que dizer. À esta altura, dezenas de milhões de famílias estão achando que há uma terrível crise de desemprego em massa no Brasil. O mercado de carros novos será o mais afetado. O fantástico recomendou que esse tipo de compra seja postergada e, como se sabe, o que poderia suspender as demissões na indústria automobilística seria o aumento do consumo que começou a ocorrer depois de medidas do governo como suspensão do IPI dos carros novos.
O Fantástico não deu voz a nenhuma das “autoridades” que criticou e ainda escondeu os relatórios animadores de organismos multilaterais como o FMI, o Banco Mundial ou a OCDE que colocam o Brasil como a economia mais preparada do mundo para enfrentar a crise. Enfim, o objetivo foi sonegar informações ao público, gerar desmoralização do governo Lula e pânico entre a população. Tudo pela menor crise de desemprego da história, que inclusive ocorre no momento em que o nível de emprego no Brasil está em seu patamar mais alto.
Nós mesmos, pouco podemos fazer. Estamos falando de um programa da Globo que é campeão de audiência há quase quarenta anos. Nessa noite desse programa nefasto, dezenas de milhões de brasileiros terão ido dormir ansiosos, preocupados e até desesperados, e por muito pouco.
Só há uma pessoa neste país que pode dar uma resposta a esse verdadeiro ato de terrorismo: Luiz Inácio Lula da Silva.
Se Lula, agora, não tomar uma atitude dura, se não mostrar que pretende enfrentar tentativas, não de sabotagem política, mas de literal sabotagem da economia de todo um país, será cúmplice de todos os danos que esse terrorismo de punhos de renda causar. O presidente Lula tem o dever de falar à nação em rede nacional de rádio e tevê e dizer claramente tudo que eu disse aqui, no mínimo. Se não fizer isso, este país estará frito.
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Fonte: Blog Cidadania.com

Paulistano vai andar de sucatão

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Para tentar cumprir a promessa de campanha de deixar a tarifa congelada em R$ 2,30, a gestão Gilberto Kassab (DEM) optou pelo envelhecimento da frota de ônibus de São Paulo.Na prática, os passageiros devem escapar do reajuste da passagem, mas praticamente não ganharão veículos novos: a previsão é que só 175 sejam comprados pelas empresas e cooperativas neste ano, contra a média anual de 1.700 desde 2005. A queda se dará mesmo depois de constatada a reprovação recorde aos serviços de transporte nesta década. Assim, vai pagar menos do que vinha pagando para quem trocar ônibus velho por novo.Em relação à redução no ritmo de substituição de ônibus velhos por novos, a gestão Kassab alega que ela não prejudica a qualidade do sistema por ter havido renovação significativa nos últimos quatro anos.As justificativas da prefeitura esbarram na insatisfação dos passageiros e nos problemas de conforto que persistem.Pesquisa da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos) também mostrou que, em 2008, a aprovação aos ônibus na cidade se limitou a 40%, a mais baixa na década. A renovação da frota divulgada pela gestão Kassab também omite algumas deficiências. Uma delas é que, contrariando a promessa feita pelo prefeito, ao menos 18 ônibus com mais de dez anos continuavam rodando. Essa situação é proibida por contrato. Mesmo assim, a prefeitura não aplicará punição, sob a alegação de que a situação é temporária e foi justificada pela necessidade de repor os coletivos de uma cooperativa da zona sul que deixou de funcionar.
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Fonte: Blog amigos do Presidente Lula
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domingo, 18 de janeiro de 2009

Serra: Vou ficar 4 anos na prefeitura E não vote mais em mim se eu não fizer isso !

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Vamos divulgar pois o povo tem memória curta.

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