segunda-feira, 7 de setembro de 2009

PSDB em alerta contra Kassab

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Silvia Amorim - O Estado SP

A demissão do secretário de Coordenação das Subprefeituras Andrea Matarazzo no início desta semana abriu no PSDB paulistano um foco de desconfiança em relação ao aliado e prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM). Parte do tucanato acusa Kassab de tentar viabilizar um projeto de ampliação de poder do DEM no Estado para as próximas eleições à custa de um enfraquecimento do PSDB.

Eles apontam uma substituição aos poucos de quadros do PSDB em várias áreas do governo municipal. A saída de Matarazzo, homem forte da prefeitura na gestão José Serra, na quarta-feira passada foi a gota d’água para o início dos discursos contra Kassab. Além da perda de espaço na máquina administrativa, há queixas de cooptação de filiados pelo DEM. Dois subprefeitos tucanos - Laert Teixeira (Itaquera) e Beto Mendes (M?Boi Mirim) - já manifestaram que vão disputar uma cadeira de deputado estadual em 2010 pelo partido do prefeito.

Matarazzo foi demitido por Kassab, diferentemente do que informou em nota a prefeitura. Numa reunião anteontem com subprefeitos, Kassab apontou razões pessoais e eleitorais para a saída. Na disputa eleitoral em 2008, Matarazzo não apoiou a reeleição de Kassab, mas o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin.

Kassab é hoje a principal liderança do DEM no Estado. Isso, aliado ao alto índice de aprovação de sua gestão, põe o prefeito como alternativa ao governo paulista em 2010. Na pior das hipóteses, uma maior força do DEM no Estado aumentaria o capital político da legenda numa negociação com o PSDB.

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domingo, 6 de setembro de 2009

Serra privatiza a saúde de SP

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A base parlamentar do governador de São Paulo, José Serra (PSDB) na Assembléia Legislativa, aprovou o projeto de lei que autoriza a terceirização de toda a rede estadual de saúde pública. Terceirização, lekitores, é um eufemismo muito ao gosto do PSDB para o que de fato foi aprovado em relação a saúde pública paulista - a sua privatização, uma política cara ao governador Serra e a todo o tucanato.

A proposta aprovada por 55 votos a 17 e com voto contrário dos parlamentares do PT, vai permitir que Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs) atuem na gestão dos hospitais públicos. Além disso, essas entidades poderão receber repasses de recursos para gestão de projetos ligados ao esporte, cultura, lazer, turismo e aqueles dirigidos às pessoas com deficiências. O PT votou contra, conforme a sua declaração de voto em separado porque a mensagem do governador eliminou todos os dispositivos do projeto referentes à fiscalização desses contratos de gestão.

O projeto permite, ainda, a complementação salarial aos servidores públicos afastados para estas entidades e autoriza que fundações de apoio aos hospitais de ensino com mais de 10 anos de existência atuem como organizações sociais.
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Fonte: Blog do Zé Dirceu
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"Alguém ai se lembra do que Maluf fez em SP, Lembram do PAS"

Eduardo Guimarães: por que o povo não crê na imprensa

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Nunca deixo de me espantar com a forma como todos os grandes jornais, revistas, televisões, rádios e portais de internet acatam e encampam cada uma das teses da oposição ao governo Lula. Duvido de que alguém saiba mencionar um só embate entre os dois em que uma Folha, um Estadão, uma Globo ou uma Veja ficaram ao lado do governo e contra a oposição.

Por Eduardo Guimarães, no blog Cidadania.com

O governo Lula, com tantos ativos mundialmente reconhecidos para exibir, na grande imprensa brasileira está sempre errado e é sempre culpado de qualquer acusação que lhe é feita por seus adversários políticos.

Essa parcialidade ficou escandalosamente evidente depois da cerimônia de lançamento do marco regulatório do pré-sal em Brasília, na última segunda-feira. Por conta de discurso de Lula com críticas ao governo FHC, esses grandes meios de comunicação em peso ficaram furiosos com o “ataque” do presidente ao governador de São Paulo, presente à cerimônia.

Mais evidente, porém, foi a compra automática pela imprensa da posição manifestada por Serra sobre a decisão de Lula de pedir urgência na votação do novo marco regulatório. Lendo um jornal ou assistindo a um telejornal, só se vê críticas ao modelo do governo. Não permitem que ninguém além dos membros do governo opine favoravelmente ao modelo de partilha do pré-sal proposto.

Diante de um quadro desses, é espantoso olhar para as pesquisas sobre a aprovação do governo Lula.

Sobretudo quando se constata que o apoio a ele é fortemente majoritário em praticamente todas as classes sociais, em todas as faixas etárias, em todos os níveis de instrução e em todas as regiões do país, tendo apoio pouco menor entre os que têm maior renda, mas sendo majoritariamente aprovado entre os que têm maior nível de instrução.

Do mais culto ao mais ignorante, de norte a sul do país, do estudante ao aposentado, mesmo entre os que lêem e se informam mais pela grande imprensa, a maioria aprova o governo Lula. A despeito do que essa mesma imprensa diz sobre ele sem parar.

Acho perfeitamente legítimo afirmar, portanto, que o brasileiro, em média, não confia na imprensa, ao menos quando o assunto é política, pois, se esses jornais, tevês, rádios, revistas, grandes portais de internet, articulistas, editorialistas etc. atacam tanto o governo e ele continua cada vez mais popular, é porque a população acha que esses veículos e jornalistas mentem.
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Fonte: Blog Cidadania.com

A quem interessava a CPI da Petrobras?

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O debate em torno do marco regulatório do pré-sal mostrou toda a irrelevância da CPI da Petrobras, criada pela oposição para fugir do enfrentamento com a verdadeira agenda das questões mais importantes para o país. Questões que o governo Lula entrega para o debate.

Por Mauricio Dias, na CartaCapital

Mas essa não é a única razão a impedir a CPI de atingir os objetivos políticos subalternos que nortearam a sua criação. Não é preciso ser especialista em águas profundas para descobrir outros motivos, capazes de anular as investigações sobre todos os patrocínios solicitados por parlamentares e concedidos pela estatal durante o governo FHC. Eis alguns exemplos:

• O senador peemedebista Pedro Simon, em 2000, endereçou documento à presidência da empresa pedindo a construção de uma usina termoelétrica em Canoas (RS). E ainda indicou a fonte de energia: “Gás da Argentina”...

• O hoje governador do Distrito Federal, à época senador pelo PSDB, pediu patrocínio para a publicação do Guia do Século XXI e para o filme Veias e Vinhos, uma História Brasileira, além de interceder em favor do longa-metragem Sorria, Jesus te Ama!

• Arruda encaminhou um projeto de financiamento que fez sucesso na Petrobras: Declare Amor à Vida Correndo. A grana saiu rapidamente.

• Hoje, brigando com a estatal por questão dos royalties, o governador capixaba, Paulo Hartung, solicitou ajuda financeira para o Congresso Internacional de Psicanálise, realizado em agosto de 2000. E Sérgio Cabral, governador do Rio, também brigando pelos royalties, pediu dinheiro para a restauração do Convento de Nossa Senhora do Carmo.

• O petista carioca Carlos Santana, em 2001, em plena oposição, batalhou pelo projeto Acorda Zumbi e Renato Viana (SC) pleiteou verba para financiar a VI Corrida da Fogueira Grená, em Blumenau.

• O então senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT), chefe da assessoria técnica da oposição na CPI, bicou a estatal apesar de o tucanato tentar privatizá-la: a assinatura dele chancela desde um projeto musical intitulado Isto É o Rasqueado de Mato Grosso para o Brasil até uma gorda verba para o XXI Festival de Pesca de Cáceres.

• Lúcio Alcântara (PSDB-CE) foi o padrinho de um Festival de Jazz e Blues, em 2002, enquanto o paraibano Ronaldo Cunha Lima insistiu muito num capilé para o Presépio Vivo do Natal de Campina Grande.

• O deputado federal Josué dos Santos Ferreira (PL-SP) batalhou a verba de 73 mil reais para um livro intitulado Os Meandros do Congresso Nacional.

• O projeto teatral Você Tem Que me Dar seu Coração foi apadrinhado pelo deputado federal Paulo Baltazar (PSB-RJ), que, não satisfeito, pediu mais dinheiro para A Outra.

• O deputado monarquista Cunha Bueno (SP) intercedeu em favor de um adjutório para a Federação Paulista de Karatê, e o colega dele, Pedro Chaves (DF), queria dinheiro para os “torneios de pelada no entorno sul de Brasília”.

• O tucano Luiz Carlos Hauly (PR), um dos maiores frequentadores do caixa de patrocínio da empresa, conseguiu levar 200 mil reais para o Festival de Teatro de Londrina. Ao mandar fax agradecendo, aproveitou e pediu mais 50 mil reais “pela importância do evento”.

Há pedidos, e são muitos, de senadores e deputados em favor de empresas de amigos, capazes de provocar mais um temporal sobre o Congresso.
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Fonte: Carta Capital
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Blog do José Serra no Planalto





ESPETACULAR!

LANÇADO BLOG DO SERRA PRESIDENTE

AFINAL DE CONTAS QUEM É O LULA PARA TER BLOG?




Fonte: Quanto tempo dura

Serra quer privatizar a saúde pública estadual

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Hospitais de SP poderão cobrar atendimento

Emenda foi incluída no projeto do governo estadual que prevê gerenciamento de hospitais públicos pela iniciativa privada

Projeto, que pode ser votado hoje, autoriza que 25% dos atendimentos especializados sejam para particulares ou pessoas com plano de saúde

http://jc3.uol.com.br/blogs/repositorio/grande/796e418ecd93e906835a8b2a0694af31.jpg

RICARDO WESTIN - FOLHA SP

DA REPORTAGEM LOCAL

A Assembleia Legislativa de São Paulo analisa um projeto de lei que permite aos hospitais estaduais terceirizados -dirigidos por OSs (organizações sociais)- cobrar de pacientes particulares e de planos de saúde pelos atendimentos. Para os críticos, é uma tentativa de privatizar a saúde pública.
A lei atual diz que 100% dos pacientes dos hospitais públicos terceirizados devem ser do SUS (Sistema Único de Saúde). Quem paga é o governo. Pela nova proposta, a proporção do SUS cairá para 75%. Até 25% dos atendimentos poderão ser de pacientes particulares ou de planos de saúde.
O texto especifica que só poderão cobrar de pacientes e seguradoras os hospitais com serviço especializado (em neurologia ou oftalmologia, por exemplo) ou de alta complexidade (como cirurgia cardíaca). A lei também valeria para os hospitais que respondem por mais de 50% dos atendimentos médicos de sua região.
O projeto de lei original foi apresentado pelo governador José Serra (PSDB), mas sem mexer nos 100% do SUS. A mudança foi introduzida pela deputada Maria Lúcia Amary (PSDB), relatora do texto. A alteração é apoiada pelo governo.
A relatora diz que o dinheiro extra pago por pacientes e planos de saúde ajudará a financiar a parte do hospital voltada para o SUS: “É mais ou menos o que ocorre em Cuba. O sistema é público, mas há uma cota para pacientes estrangeiros. Os dólares deles ajudam a subsidiar os atendimentos gratuitos”.
Os críticos da ideia não concordam. “Em São Paulo existem filas de espera para os serviços públicos de saúde e os gestores desesperadamente buscam vagas para os pacientes do SUS. É um absurdo vender 25% dos leitos públicos para o privado”, afirma Gilson Carvalho, médico e ex-secretário nacional de Atenção à Saúde.
Segundo esse raciocínio, serão criadas duas filas num mesmo hospital. Uma lenta, do SUS, que paga por consultas e cirurgias preços mais baixos que os do mercado. E outra rápida, de pacientes particulares e planos de saúde, que pagam mais. “O cidadão [dependente do SUS] perde”, diz Carvalho.
O governo paulista, por outro lado, diz que não haverá “prejuízo aos pacientes do SUS”: “Continuarão a ser atendidos normalmente, conforme a produção prevista em contrato de metas [das OSs] com a Secretaria [de Estado da Saúde]”.

Terceirização completa
A mudança está no polêmico projeto de lei que amplia o modelo de OSs para todos os hospitais estaduais, inclusive os já existentes. Atualmente, só se pode terceirizar os novos.
As OSs são entidades privadas sem fins lucrativos que dirigem hospitais, postos de saúde e laboratórios públicos. São Paulo adotou o modelo no final dos anos 90, como alternativa às amarras do poder público.
Ao contrário dos governos, as OSs podem contratar funcionários e médicos sem fazer concurso; pagar melhores salários para estimular a produtividade e atrair os bons profissionais; e comprar produtos com rapidez, sem licitação.
Segundo o governo paulista, o hospital terceirizado é mais produtivo que o dirigido diretamente pelo poder público.
O pesquisador José Mendes Ribeiro, da Escola Nacional de Saúde Pública, defende o modelo de OSs. No entanto, diz que foi “erro político” acrescentar os 25% de pacientes particulares ao projeto de ampliação das OSs. “Isso traz uma oposição desnecessária ao projeto”, afirma. “Quando o texto original [do PSDB] foi aprovado [nos anos 90], o PT só deu seu apoio sob a condição de que 100% dos atendimentos fossem para o SUS.”

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

José Serra: Gente Que Mente Sobre o Transporte

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Quem não mora em São Paulo e vê a propaganda de José Serra na TV pensa que o tucano não é Gente Que Mente.

O dia-dia do povão que precisa usar os surrados e demorados trens da CPTM é só sofrimento.



MENTIRA

  • José Serra diz na TV que a frota da CPTM está se renovando e o serviço vai à mil maravilhas.


A VERDADE



Vejam na foto o povão trabalhador sendo transportado como "gado", enquanto José Serra aparece na TV mentindo sobre o caos no transporte de São Paulo.

Como se vê: José Serra é um digno representante da seção *Gente Que Mente.

*Gente Que Mente é uma seção do blog Tribuna Petista, feita para homenagear os maiores mentirosos da política e mídia nacional.
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Fonte: Tribuna Petista